
Wanderson Gomes vive e trabalha em São Paulo, estudou magistério e se formou em educação artística com habilitação em artes plásticas na Faculdades Integrada Coração de Jesus em Santo André, atualmente cursa pós graduação em Fundamentos da cultura e da arte na UNESP-IA. Trabalha com educação e artes plásticas. A partir da imagem de personagens o uso da palavra, suas obras dialogam com o desenho, a pintura, bordado, esculturas e ultimamente com a vídeo performance, caracterizando-se especialmente por um questionamento sobre os conceitos de desigualdade social nas artes de um modo geral.
Recebeu menção honrosa pelo conjunto da obra, na fase regional do mapa cultural paulista em 2013.
De participações em mostras coletivas sua ultima participação foi na exposição L.O.T.E-Lugar, Ocupação, Tempo e Espaço em 2018, destacam-se também a mostra de arte de Diadema de 2012, sendo premiado a participação do mapa cultural paulista do ano seguinte, mostra de arte de Diadema 2007,2011 e 2013, Conquista ponto a ponto | intervenções urbanas em comunidades em 2011. Movimento Artístico de Ocupação Urbana | Duplicidade em 2011, Santo André. Mostra de Projetos da FAINC em 2008 na fundação das Artes, São Caetano do Sul. Arte Pública | Intervenção Parque Escola em 2008, Santo André.
Recebeu menção honrosa pelo conjunto da obra, na fase regional do mapa cultural paulista em 2013.
De participações em mostras coletivas sua ultima participação foi na exposição L.O.T.E-Lugar, Ocupação, Tempo e Espaço em 2018, destacam-se também a mostra de arte de Diadema de 2012, sendo premiado a participação do mapa cultural paulista do ano seguinte, mostra de arte de Diadema 2007,2011 e 2013, Conquista ponto a ponto | intervenções urbanas em comunidades em 2011. Movimento Artístico de Ocupação Urbana | Duplicidade em 2011, Santo André. Mostra de Projetos da FAINC em 2008 na fundação das Artes, São Caetano do Sul. Arte Pública | Intervenção Parque Escola em 2008, Santo André.
Em 2009 fez sua primeira exposição individual chamada sub-urbanos.
Da pesquisa:
Como artista/pesquisador o problema arte x desigualdade social se tornava muito constante e inquietante nesta trajetória de um jovem negro residente da periferia de Diadema/SP em uma Faculdade de Arte circulando no circuito artístico, algo também observado no estudo de história da arte seja no viés das artes pelo seu: conceito, técnica, obra, colecionismo e mercado – ou pela educação na sua acessibilidade, formação, cultura, autonomia, identidade. Além disso, muitas obras de arte flertam com os materiais menos nobres, temas sociais,lutas de classe e gênero, e o povo e suas tragédias de alguma maneira.
Na tentativa de lançar um pouco de luz sobre como existe certo “fetiche aos conceitos de desigualdade nas obras de arte”. Assumir nesta perspectiva o papel de educador e /ou artista pesquisador é um grande desafio e uma experiência incomum ora transgressora. “Talvez a experiência possa ser dolorosa para a pessoa que aspira por ela, mas dificilmente a levará ao desespero.” (Benjamin, 2002:23). Por fazer parte desse grupo de arte educador- esta investigação ora teórica ora prática/visual contribuiu para uma reflexão e reconhecimento desse conceito de desigualdade social na obra de arte.